Ucrânia e Rússia vão se entender ate dia 21 segundo o ministro ucraniano

Fontes R7.com
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Presidente russo afirmou que irá aceitar resultados do referendo 


Do R7, com agências internacionais
As tropas da Rússia não vão bloquear as unidades militares da Ucrânia na região autônoma da Crimeia até o dia 21 de março, segundo um acordo firmado neste domingo (16) entre os governos dos dois países, anunciou o ministro da Defesa ucraniano, Igor Teniukh.
"No que diz respeito às medidas que serão adotadas depois do tal referendo [de anexação da Crimeia pela Rússia], chegou-se a um acordo entre os comandantes segundo o qual, até 21 de março, [os russos] não vão adotar nenhuma medida para bloquear nossas unidades militares", disse Teniukh antes de uma reunião do governo em Kiev.
Começa referendo na Crimeia; entenda
O ministro também definiu a situação nas unidades militares de seu país como "tranquila".
"A situação relativa a nossas unidades militares e ao bloqueio [destas] se normalizou. Acho que, como foi possível um acordo, a situação se manterá assim até 21 de março", ressaltou.
O ministro não explicou se essa normalização representa que os militares armados e sem distintivos que tomaram várias unidades ucranianas na Crimeia saíram destas. Pouco depois, na reunião do governo, Teniukh informou que na Crimeia "há cerca de 21 mil militares russos".
Mais da metade dos crimeanos convocados a participar do referendo separatista realizado hoje já votaram, segundo os números divulgados, às 15h (horário local), por Sergei Axionov, primeiro-ministro da república que quer deixar de fazer parte da Ucrânia para se unir à Rússia.
Putin diz que irá aceitar resultados do referendo
O presidente russo, Vladimir Putin, disse à chanceler alemã Angela Merkel que a Rússia respeitará o resultado do referendo de domingo sobre a anexação da região autônoma ucraniana da Crimeia à Rússia, segundo um comunicado do Kremlin.
"Ele destacou que a Rússia respeitará a decisão dos habitantes da Crimeia", afirma a nota do Kremlin.
De acordo com texto, a conversa telefônica aconteceu a pedido da Alemanha.
"Vladimir Putin destacou que a vontade da população da península se expressava no respeito absoluto das normas do direito internacional e em particular do artigo 1 da Carta da ONU, que afirma o princípio de igualdade e do direito à autodeterminação dos povos", completa o comunicado.
Um milhão e meio de eleitores da Crimeia votavam neste domingo sobre a anexação à Rússia em um referendo condenado pela comunidade internacional, mas apoiado por Moscou e cujo resultado é conhecido de antemão.
O presidente russo aproveitou a ligação para afirmar mais uma vez que está preocupado por ver que "as tensões no sul e sudeste da Ucrânia são exacerbadas por grupos radicais com a conivência das autoridades de Kiev", completou o Kremlin.

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